terça-feira, 11 de junho de 2013

Fanfic- Capítulo 5

Um OBS.:       Este capítulo é uma cena alterada do filme ''O garoto de Liverpool''. Contém linguagem imprópria durante o ataque do nosso querido John, mas, afinal, ele era o John. Era a personalidade dele... E relaxem,  não vou ficar usando linguagem imprópria em todos os capítulos  mas é que eu preciso capturar o espírito que eles tinham.          Beijos da Maroca!!!


Fanfic: ‘’Eu fui a melhor amiga dos Beatles’’

Capítulo 5: Um sonho quase destruído

    Uma semana depois de Paul entrar para a banda, John o chamou para ir a sua casa para treinarem um pouco. Quando ele chegou, Mimi, que estava lendo um livro na sala, foi atender a porta. Viu um garoto magricelo segurando um violão se vestindo de uma forma que para ela era horrível. Ele disse:
    -Bom dia Senhora Smith. O John está? Sou um amigo dele e me chamo Paul. Marcamos de tocar hoje. - Ele disse mostrando o violão. Mimi fez um bico e o olhou com reprovação gritando para o andar de cima:
    -John seu amiguinho está aqui!- Ela fez um gesto para Paul entrar.
    - ‘’Estou descendo’’- Eles ouviram. Logo depois John apareceu na escada:
    - Ah, oi Paul. Venha vamos subir. - O rapaz o acompanhou estranhando a atitude da mulher.
Quando estavam subindo John disse:
    - Relaxa, Mimi é assim com todo mundo que não é igual a ela. – Paul riu e entrou no quarto de John. Viu muitos pôsteres de bandas e de mulheres. Reconheceu Brigite Bardot, pois seu irmão a adorava. O chão estava bagunçado, mas a cama estava arrumada e se sentou nela. Ele tirou o violão da capa e John pegou o seu. Ele pediu para que o outro o ensinasse a afiná-lo. Então Paul mostrou como. Depois disse:
    - Eu queria lhe ensinar uma música fácil, nela você toca com todas as cordas. É ‘’Blue Moon’’ do Elvis.
    - Eu conheço. Legal vai lá.
    - Tudo bem. Olha, vai pro Lá- Paul falou mostrando o acorde. – Mas começa em Ré, me acompanhe. – John estava tentando, mas não conseguia enxergar direito as cordas.
    - Pêra ai, me dá um minuto. - John pegou seus óculos. Paul parou de tocar e olhou para o outro, pois não sabia que ele usava óculos. Achou a idéia engraçada. Então o amigo o encarou dizendo:
    - É meu estilo Buddy Holly.
    - Legal. Bem então, de Ré você vai pra Si menor, que é um acorde de banjo. Depois de Si menor, vai pro Sol. Depois Lá e começa outra vez. – Eles ficaram treinando e quando John, finalmente aprendeu começaram a tocar:
‘’ Blue moon, you saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own’’
    Mimi estava lendo no andar de baixo e começou a escutar os meninos cantando. Então subiu e mandou os dois descerem e irem para os fundos da casa tocar.
    - A acústica é bem melhor daqui, obrigado. – Disse Paul. Mimi sorriu falso e entrou.
    - Então... - Começou John – Sua mãe aceita que você queira ser um Elvis?
    - Ela iria adorar... - Ele disse meio triste
    - Sei... - Brincou John.
    - Cara, é ela não está mais aqui. – Falou Paul
    - Como assim? – Perguntou John
    - É que, bem, ela morreu, no ano passado. De câncer. –Ele falou desanimado.
    - Oh... Sinto, sinto muito.
    - Tudo bem. Ela ainda está comigo. E eu tenho meu pai e meus avôs. Além do meu irmão Michael, um chato, e da minha irmãzinha Sarah.
    - Hum. Sua irmã é gata?- Ele disse para tentar quebrar o gelo. E Paul riu:
    -Sim, bem, se você gosta de meninas de oito anos... – Os dois ficaram rindo e depois Paul disse:
    - Olha, acho que devemos escrever nossas próprias canções. Pra não sermos enganados pelas gravadoras.
    - Eu escrevo. Mas não canções, ta mais pra poesias e histórias.
    -Ponha melodia e vira uma canção.
    - Você já compôs?
    - Alguma coisa. Não se trata de somente escrever. É demonstrar o que está sentindo.
    - Como é que sabe tanto? Por que você nem tem pinta de Rockeiro.
    - É por que não, - Ele olhou para John- Saio quebrando coisas e agindo feito idiota?
    - É.
    -Bem, o que interessa, é a música, só isso. Nada mais. É simples.
John o olhou e sorriu. Os dois ficaram tocando pelo resto do dia. E assim por diante, pelas semanas que se passavam. Ouvir aquilo de Paul foi como, ouvir a voz da razão. Fez John levar a guitarra a sério, ao invez de só querer se divertir. Agora seu sonho era ser famoso, como o Elvis. A partir daquilo ele não parou mais de tocar, fazendo seus estudos ir por água a baixo. Na semana seguinte, Mimi recebeu o boletim de John e não gostou do que viu. Mas já estava farta daquilo. E sabia o que faria agora.
    Um dia quando John chegou da escola e foi pro seu quarto, não achou seu violão. Procurou pelo cômodo inteiro, mas não o encontrou. Foi até Mimi que almoçava na sala de jantar e perguntou:
    - Onde está? – Mas ela não respondeu.
    - Mimi, cadê meu violão?
    - Recebi seu boletim. – Ela disse- Você prometeu estudar muito. Pode mentir para os outros, mas comigo terá consequências! – Ela entregou-lhe o boletim. John o olhou e gritou:
    - Onde ele está?!
    - Eu vendi.
    - Você não pode...
    - Posso e vendi!
    - Tenho shows marcados!
    - Oh, mas que pena!
    - É a minha banda!
    - John vê se cresce! Para de se comportar como uma criança! O único caminho que te levará para um bom futuro são os estudos! Você não vai ser uma astro do rock, então comece a levar a escola a sério!
    - Vai à merda Mimi! – John gritou e saiu da cozinha
    - O que você disse? – Ela perguntou indignada
    - MANDEI IR À MERDA! – Ele gritou e saiu da casa irritado. Foi correndo até a loja de instrumentos em que comprara seu violão. Ele estava na vitrine por cinco libras. Como não tinha dinheiro, foi até a casa de sua mãe e pediu o dinheiro. Ela lhe entregou e ele comprou o violão. Voltou para a casa da tia e antes de subir, foi até a cozinha onde ela terminava o almoço:

    - Ta vendo? Eu comprei de volta. A mamãe pagou pra mim. – Ele subiu para seu quarto, deixando Mimi gritar sozinha. Ela quase havia destruído seu sonho, mas John faria qualquer coisa para trazê-lo de volta. Não iria desistir. 

sábado, 8 de junho de 2013

Eu fui a melhor amiga dos Beatles- Capítulo 4

Fanfic: ‘’Eu fui a melhor amiga dos Beatles’’

Capítulo 4: ‘’ A festa de Woolton Village’’

6 de Julho de 1957
    Finalmente chegara o dia em que John iria se apresentar pela primeira vez com sua nova banda, The Quarry Man. Ele estava muito ansioso, tanto que acordou cedo só para ensaiar na varanda. Enviou uma carta para sua mãe pedindo para que ela e suas irmãs fossem a festa. Seria melhor porque Bob estaria trabalhando e elas poderiam ir sem que ele se irritasse. Mimi e Michael Fisher, um estudante universitário de Bioquímica que estava alugando um quarto na casa dela, ou como John gostava de chamar, o ‘’Doutor Perfeição’’, iriam também. Agora John estava esperando Mimi terminar de se arrumar, na sala de estar, enquanto tocava violão para Michael. Quando sua tia desceu, os três saíram da casa e entraram no carro de Michael para chegar à festa bem cedo. Seria um grande dia.

    - Paul, o Ivan chegou. - disse Sarah para o irmão que tocava seu violão na sala de estar.
    - Tudo bem, já vou indo. - Ele falou e guardou seu Zenith, o violão que tinha há anos, mas o melhor de todos na opinião de Paul.
Ele saiu dando tchau para a família e encontrou Ivan do lado de fora da casa.  O amigo perguntou:
    - Trouxe o dinheiro para o ônibus?- Eles começaram a andar.
    - Sim, é em Woolton né?
    - É, é sim. Vai ser legal. Qual que você trouxe?
    - Como assim?
    - O violão.
    - Ah, claro. Foi o Zenith. Eu sei que é velho, mas o som sai bem melhor com ele.
    - Não vai me dizer qual a música que vai tocar?
    - Não, vai ver na hora. Mas você conhece não se preocupe. – Eles chegaram ao ponto e ficaram esperando o ônibus.
    - Olha, só pra falar o John às vezes é meio convencido. Então se ele resolver zoar com você, responda na mesma moeda. Ele gosta de quem, digamos, age à altura dele.
    - John é o seu amigo?
    - Sim, e é bem cínico na primeira vista assim metido, quer sempre se fazer superior. Mas quando você o conhece melhor, vê que ele é um cara bem legal.
    - Tudo bem. Até eu sou metido às vezes.
    - Às vezes?!
    - Ah, cala a boca!- Eles riram- Vamos o ônibus chegou. - Ele e Ivan subiram no ônibus e foram para Woolton.
    Quando chegaram lá, viram muitas pessoas na festa, de crianças a idosos, cantando, dançando ou comendo. Tinham bandas de música clássica tocando hinos de diversos países, e jogos de gincana. Os dois pagaram pelos tickets e foram para dentro do evento. Mas o que mais chamou a atenção de Paul foi um grupo de garotos, que estava em cima de um carroção, bem, na verdade, era um palco em cima do carroção. Eles começaram a cantar ‘’Be bop a Lu La’’. Era uma banda amadora, de Skiffle. Ninguém lá tinha grande talento, a não ser por um garoto que estava mais à frente no palco, de blusa xadrez vermelha e cabelo penteado para trás. Paul percebeu que ele tocava acordes com somente quatro cordas, as mais finas. Seu violão não era o melhor que podia se ter e estava um pouquinho desafinado, um tom abaixo. Tinha um estilo de Rockeiro e conseguia entreter o público. Mas ele inventava a maior parte das letras da música, só que como as pessoas ouvem o que toca no rádio, ninguém sabe completamente as letras, então, quem se importa? Isso, na opinião de Paul, era bem esperto. Ele ficou impressionado com o garoto.

[Alguns minutos mais cedo...]
John estava sentindo um calor imenso. As pessoas já haviam chegado, o palco estava montado em cima de um carroção e eles tocariam em 5 minutos.
    - Estão prontos para fazer isso rapazes?- Ele perguntou e já que eles resmungaram, perguntou novamente- Eu perguntei se estão prontos.
    - Sim- Eles disseram
    - Claro Johnny. - Falou Pete
    - Então vamos nessa. - John falou e eles começaram a andar em direção ao palco.
Os murmúrios começaram e as bandas pararam de tocar, os meninos subiram no carroção e se arrumaram então John se apresentou:
    - Olá pessoal! Somos uma banda local, meu nome é John Lennon, e nós somos, The Quarry Man! Vamos lá!- Ele gritou- Um, dois, três, quatro...
E começaram a cantar ‘’Be bop a Lu La’’. John viu sua tia e Michael de um lado da platéia e do outro sua mãe e suas irmãs. Todos pareciam gostar e se divertir. Eles não se saíram tão mal. No final, a todas as pessoas aplaudiram e eles logo começaram a tocar outra.
    Quando a apresentação acabou, o grupo foi para dentro da Igreja, que estava fechada. Lá descansaram e beberam um pouco. Estavam conversando quando dois garotos entraram. Um deles John conhecia. Era seu amigo de infância, Ivan, e o outro cara segurava um violão e usava um casaco branco. Tinha o mesmo estilo de John, com o cabelo penteado para trás e etc...
    - Hey John!- Disse Ivan- Bela apresentação.
    - Ah, oi Ivan, então você veio. - John disse
    - Sim. Johnny esse aqui é um amigo meu da escola, seu nome é Paul McCartney. Ele também toca. E muito bem.
    - Sério? Legal. Eu toco o tempo todo, é bom pros músculos do pulso. - John estendeu a mão- Eu sou John.
    - Paul.-Ele disse apertando a mão do outro.
    - Então McCharley, nos viu tocar? O que achou?- John perguntou
    - É McCartney, e sim eu vi. Vocês são legais. Mas por que usa somente quatro cordas do violão?
    - Não sabia não? É um novo estilo americano!- Disse John brincando
    - É por que ele aprendeu a tocar no banjo. – Respondeu Pete e John concordou.
    - Ah, isso explica tudo. Será que eu posso? – Perguntou Paul apontando pro violão. - É que me parece meio desafinado.
    - Claro, pode. – John lhe entregou e Paul sentou-se. Ele começou a afinar algumas cordas. Uma coisa que John não sabia fazer. Depois o outro lhe entregou o violão:
    - Pronto, assim deve estar melhor. - John tocou um Ré e som saiu perfeito.
    - É, está bem melhor. Há quanto tempo você toca?
    - Há cerca de dois anos. – E Paul começou a tocar uma música chamada ‘’20 Flight Rock’’.
John tinha que admitir que Paul era muito bom. Mas ficou com medo de que, se o outro entrasse para a banda, iria se sobre sair mais do que a ele mesmo. Mas Paul tinha tanto talento e poderia ensinar a John a tocar com todas as cordas. Então ele teria que se decidir. Quando McCartney terminou todos estavam bem impressionados. Não sabiam se falavam ou não. Então John resolveu dizer:
    - Muito bom McFlighty. Quantos anos você tem?
    - McCartney e tenho quinze.
    - Tudo bem. Eu vou pensar e depois peço pro Ivan te avisar, ok?
    - Hum, ok.
    - Valeu ai, pela afinação.
 Ele e Ivan foram embora e nenhum dos meninos disse nada. Só foram ensaiar para o próximo show. Mais tarde, no mesmo dia, John e Pete estavam indo embora e conversavam sobre Paul, se ele entraria ou não na banda.
    - O que você acha sobre o McCarty?- Perguntou John e Pete riu.
    - McCartney, John.
    - Tanto faz, nunca vou conseguir pronunciar isso direito.
    - Bem, ele sabe vários acordes, sabe as letras e sabe afinar uma guitarra. Se ele entrar, temos mais chances de virar profissionais.
    - Sim. Mas o cara é muito presumido. Se ele entrar pode haver problemas.
    - Acho que deve colocar os ciúmes de lado John, e pensar no que é melhor para a banda.
    - Não estou com ciúmes, eu só... - Ele parou e pensou em alguma desculpa- Tudo bem, prá que vou mentir pra você. Mas eu tenho motivos para me preocupar, ele é muito bom. Tem talento.
    - Então o que vai fazer? – John parou para pensar um pouco.
    - Vou fazer o que é racional. Vou chamar Paul McCartney para a banda.
    - Finalmente falou certo!- Os dois riram- Mas tudo bem, moro perto da casa de Paul, passo lá agora.
    - Valeu Pete.

E eles foram de ônibus para casa. Shotton pediu para Paul entrar na banda e ele disse sim no dia seguinte. John achava que tinha feito o certo. Afinal, era bom ou não ter um cara melhor do que os que estavam em sua banda no momento? 


Um OBS final galera, eu vou tentar colocar fatos reais nessa fanfic, mas como ela é minha, eu posso inventar algumas coisas, personagens ou até mudar as datas. Bjs e espero que tenham gostado!!!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Eu fui a melhor amiga dos Beatles- Capítulo 3

Fanfic: ‘’Eu fui a melhor amiga dos Beatles’’

Capítulo 3: ‘’ O convite de Ivan’’

01 de Julho de 1957
    - Paul!- Gritou o Sr.McCartney do andar de baixo da casa- Acorde e venha tomar café da manhã! Se não descer agora vai se atrasar para a escola!
    Paul abriu os olhos e olhou para o relógio. Tinha dormido demais de novo. Estava acontecendo todo dia naquela semana. Havia ficado acordado até tarde tocando novas músicas e tinha dormido pouco. Agora precisava se arrumar muito rápido antes de seu amigo Ivan Vaughan chegar para ir com ele ao Liverpool Institute. Quando saiu da cama, Paul tropeçou em Miles, sua cadelinha desde os 14 anos. Foi o último presente que sua mãe lhe deu antes de morrer. Era a única lembrança viva que tinha dela. Por isso, quando se sentia triste, abraçava Miles e fingia ser sua mãe. Ele sentia muita falta dela, mas sabia que ela ainda estava com ele. Miles gemeu e Paul pediu desculpas. Levantou-se e começou a se vestir. Depois desceu encontrou seus avós na sala junto com sua irmã e seu pai na cozinha junto com seu irmão Michael, que quando viu Paul, disse rindo:
    - Atrasado de novo não é?
    - Cale a boca Michael e me passe à geléia. - Michael a passou resmungando, e se levantou para ir para sua escola. Paul terminou o café, se levantou e subiu para escovar os dentes. Depois que desceu o Sr. McCartney lhe entregou o lanche da escola e disse:
    - Fiz um sanduíche e coloquei suco de maçã. Não tem muita coisa pra comer aqui em casa, sua avó ainda vai fazer compras. Sarah! Filha venha tomar café!
    - Já tomei papai. Paul será que pode me ajudar de novo?- Perguntou Sarah, a irmãzinha dele. Ela tinha apenas oito anos, mas lembrava muito sua mãe. Na aparência, carinho, humor... Ela gostava muito dele, ao contrário de seu irmão Michael, com quem briga constantemente. Sarah estava aprendendo a tocar piano com Paul, mas como ela estava com dificuldade, ele sentou-se ao seu lado e a ajudou. Então seu amigo Ivan chegou à porta da sua casa e chamou Paul.
    - Tenho que ir Sarah, depois te ajudo. – Ele deu um beijo na testa dela, que disse:
    - Te amo.
    - Também. Tchau Pai, vovô e vovó. - Ele abriu a porta e encontrou seu amigo no portão, de bicicleta e foi pegar a sua. Estava uma manhã fria e ensolarada, mesmo no verão.
    - Achei que você fosse se atrasar. – Disse Ivan
    - Também achei- Respondeu Paul rindo- Vamos?
    - Sim- Disse Ivan
    Os dois foram conversando e rindo pelas ruas quietas de Liverpool. Já próximo à escola, Ivan perguntou:
    - Hum, Paul, eu gostaria saber se você gostaria de ir comigo a festa de Woolton Village no Sábado?
    -Festa? Mas onde é?
    - É em frente à igreja de Sts. Peter. Fica do outro lado da cidade. Mas não demora muito se formos de ônibus.
    -Não sei não, eu tenho um compromisso a noite...
    - Ah, qual é Paul! Vai ser legal, vai ter bandas de Skiffle, muitas garotas, comida e no final eu queria te apresentar a um amigo meu de infância que formou uma banda há pouco tempo. Eu acho que se você tocar para eles vai ser aceito na hora. Cara você é muito bom com a Guitarra.
    -Valeu Ivan. Tudo bem eu vou, mas principalmente pelas garotas. - Paul disse e os dois começaram a rir. Saíram das bicicletas e entraram no Liverpool Institute. Encontraram George conversando com uns amigos, que logo depois se juntou a eles.

    Agora Paul só tinha que esperar chegar Sábado para ir à festa. Não tinha nada a perder. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Eu fui a melhor amiga dos Beatles - Capitulo 2

Fanfic: ‘’Eu fui a melhor amiga dos Beatles’’

Capítulo 2: O ‘’órfão’’ problemático

28 de Maio-1957
    
- Vamos John! É sério, se concentre! E coloque seus óculos pra ver os acordes- Dizia Julia para John que resmungava.
    Durante muitos anos John Lennon conviveu sem sua mãe Julia em sua casa. Morando com sua Tia Mimi e seu Tio George, ele viveu num ambiente de conforto e ternura, mas com as marcas do abandono. Depois que seu pai Alfred (um marinheiro) os deixou quando John tinha só quatro anos, Julia arrumou logo um namorado que não queria cuidar do filho de outro homem, então, sua mãe pediu para sua irmã mais velha, Mary (Mimi) Smith, cuidar de John durante anos. Mesmo assim, Julia sempre esteve perto dele. Seus anos na escola foram caracterizados por se meter em confusões. Com um forte espírito de liderança entre seus colegas. Ele exercitava seu jeito sarcástico e sagaz contra amigos, inimigos, professores, familiares e qualquer pessoa que representasse a figura da autoridade. Mas com a infeliz morte de seu querido Tio George, John passou a ficar mais próximo a sua mãe. Naquela semana ele havia sido suspenso por ter sido visto em cima do ônibus escolar com seu melhor amigo, Pete Shotton. E John escondeu a suspensão de sua Tia Mimi, que pensa que ele está na escola. Mas ao contrário disso, ele está na casa de sua mãe tentando aprender música. Julia tocava banjo e ensinou para John alguns acordes, da música Maggie Mae.
    - Estou concentrado. - Respondeu John
    - É bom, se não levar a sério vou ligar pra Mimi. - Ela levantou uma sobrancelha brincando e começou a tocar.
John ficou observando a mãe. Ela era muito bonita e tinha cabelos ruivos. O melhor, é que ela não se importava com o que John queria fazer. Às vezes ela parecia uma adolescente, e quando via o filho o abraçava com força como se fosse um ursinho. Tocava muito bem banjo e ûquelele.
    - É só você tocar com o punho solto. Use Mi menor, Lá e ré. Você tem que sentir a música:
‘’ Oh, dirty Maggie Mae
They have taken her away,
And she'll never walk
Down Lime Street anymore.
Oh, the judge she guilty found her
Of robbing the homeward bounder
Dirty no good robbin' Maggie Mae

John sorriu e disse:
    -Puxa! - Julia riu- Quem é Maggie Mae?- Julia pensou em o que responder se levantou e disse lhe entregando o banjo:
    - Uma prostituta. - John pegou o banjo rindo. - Bom, já que está aqui, tente aprender. É sua vez. Vou passar a roupa e você vai treinado com o que te ensinei.
    - Tudo bem. - Ele disse e começou a tocar.
O dia foi se passando e lá pela tarde John já tinha conseguido tocar todas as músicas que sua mãe lhe ensinou. Julia parou de fazer as tarefas domésticas para tocar piano, com o filho no banjo.
    - ‘’Oh, That will be the Day, when you say goodbye.
Oh, that will be the day, when you make me cry.
You say you're gonna leave… ’’
Quando de repente, Mimi chegou. Julia parou de tocar, mas John não percebendo continuou, depois levando um susto com a tia gritando:
    - Não Julia! Sua vida é uma bagunça, é vulgar, mas a dele não é! Está sabendo que ele foi suspenso?
    - Sim. - Disse Julia
    - Como você...
    -Ligaram da sua escola John, queriam saber se eu recebi o aviso. Fui à casa do Shotton e ele disse que você deveria estar aqui.
    - Eu vou matar o Pete!- Murmurou John
    - Vamos John! Saia agora!- Gritou Mimi, mas John não se moveu, só olhou para a mãe. - Estou falando sério!- Mas ele disse não com a cabeça. E Mimi se calou. Julia a empurrou para a porta dizendo:
    - Saia da minha casa, fora Mimi! – Quando a mulher saiu, ela trancou a porta e abraçou John.
    - Meu menino. – John ficou um pouco triste pela tia. Foi a primeira vez que disse não a ela. Era a única pessoa que ele sempre obedecia. Mas não queria deixar sua mãe.
    - Vamos jantar querido. - Ela disse saindo e ele a seguiu.
    Diferente do jantar formal de sua tia, eles comeram batata-frita e frango. John brincou com as irmãzinhas, filhas do Bob (Namorado de sua mãe) e Julia, que riam de suas piadas. Mas Bob ficava sempre com o olhar carrancudo, ele não gostava da presença do rapaz lá.
    - Depois que acabarmos John vai dormir na sua cama Julinha, e Cassie você divide a cama com sua irmã.
    - Tudo bem mamãe. - Elas disseram
    - Eu não quero roubar a cama da Julinha. - Disse John
    - Tudo bem Johnny, eu gosto que você tenha vindo ficar com a gente hoje.
    - Todos gostaram querida. - Corrigiu a mãe olhando para Bob. John só sorriu e comeu seu jantar.

No dia seguinte, John acordou e escutou um barulho vindo do andar de baixo. Levantou-se com cuidado para não acordar as meninas e foi até o pé da escada. Deu uma espiada, viu sua mãe e Bob conversando na porta da cozinha e escutou:
    - Por favor, Bob eu posso trabalhar fora! Vamos tentar!- Disse Julia
    - Quem vai olhar as meninas? E cuidar da casa?- Perguntou Bob
    - É só meio expediente, vou perguntar lá no café, eu posso fazer isso!
    - Não, não pode!-Gritou Bob – Vai ser demais pra você, entende? Vai trabalhar demais outra vez! Eu vou perder você outra vez! E eu preciso de você, as meninas precisam de você!- Ele disse
    - E eu preciso do John! Sou a mãe dele!- Ela falou
    - Ele cuida dele mesmo desde que ele tinha quatro anos. - Disse Bob
    - Eu nunca quis isso!- Ela choramingou- Bob, isso não é justo!
    - Mas foi o que aconteceu, não foi? Olha a Mimi precisa do John, ela está muito sozinha agora que George morreu.
    - Eu preciso dele! Preciso dele e quero que seja meu!- Ela choramingou
    - Olha, ele vai ficar bem. Escuta, pelas meninas, não podemos perder você outra vez. Tudo bem? Ele tem que ir embora. Não podemos bancar outra pessoa. - Sua mãe começou a chorar – Entendeu?
    - Está bem... - Ela choramingou.
    - Ótimo. - Ele acariciou seu rosto- Vem aqui. –Os dois se abraçaram- Vai ficar tudo bem, vocês ainda vão se ver.
    John agora começou um leve choro e subiu as escadas de volta para a cama. Já sabia o que faria quando fosse tomar café.
    Mais tarde, Julia acordou as meninas e John sem falar nada. Ele vestiu suas roupas depois que as irmãs desceram e pegou sua mochila. Ao chegar à cozinha, Bob e as filhas tomavam café em silêncio e sua mãe lavava a louça. Ele disse pra ela:
    - Acho que vou embora, é errado tirar a cama da Julinha. Obrigado pelas aulas de banjo. – Mas ela não demonstrou reação alguma, só continuou a lavar a louça. - Mamãe? Mãe?- Ele viu pelo vidro da cozinha que Julia chorava silenciosamente, e percebendo que ela não diria nada, deu um beijo nas irmãs e foi embora. Julia tentou ir atrás dele, mas Bob a segurou e os dois se abraçaram enquanto ela chorava.
    John voltou chorando para casa e encontrou sua tia Mimi na cozinha distraída depois do café, como se já soubesse que ele voltaria. Ela segurou a cabeça com o braço e disse:
    - Já decidiu em qual casa vai morar?- Ele se sentou a seu lado na mesa do café e disse:
    - Posso ficar aqui?
    - Se pode?- Ela o abraçou- Ela vai magoar você, sabe disso não sabe?
    - Eu vou formar uma banda de Rock- Ela o encarou- Quero ser como o Elvis. - Ela sorriu e levantou-se:
    - Bem nesse caso ‘’Elvis’’, vamos amanhã à loja de instrumentos do centro comprar um violão para você.
    - Sério? Ah, obrigado Mimi!
    - Vou preparar seu café da manhã.


No dia seguinte John e Mimi compraram o violão e John treinou nele bastante durante os dias. Mas como sua mãe havia lhe ensinado músicas no banjo, ele só usava os acordes com quatro cordas. Ele voltou a ver Julia, mesmo com a reprovação de Bob e de Mimi. Ela o ensinou novas músicas e eles ficaram mais próximos. Com o incentivo e apoio de sua mãe, convidou uns amigos da escola para formar uma banda e eles iriam tocar no dia 6 de Julho, na festa de Woolton Village em frente à igreja de Sts. Peter. Sua ‘’banda’’ se chamaria The Quarry man.


OBS: Tirei a ideia desse capítulo do filme ''O garoto de Liverpool'', não é plágio galera, só achei que seria legal colocar isso na Fanfic. Por favor comentem se possível, quero saber suas opiniões!!!                                                     Mary

sábado, 1 de junho de 2013

Eu fui a melhor amiga dos Beatles- Capítulo 1

Sinopse da Fanfic:

''E se a maior banda de todos os tempos tivesse tido uma melhor amiga? E se ela tivesse acompanhado tudo que eles viveram e participado? Lucy Gallagher, está aqui para provar que o sucesso musical não é somente dos garotos e que ela teve uma coisa que todas as meninas da década de 60 queriam. Em uma história divertida, com aventura e romance, você vai sentir todas as emoções que Lucy sentiu  por ser a melhor amiga da banda The Beatles. Como aturar todas as fãs loucas? Os shows e as brincadeiras dos meninos? E ela também vai sentir o amor por um certo Beatle... Mas como amar seu melhor amigo, sendo que ele não lhe dá a mínima? A vida de Lucy virou de cabeça pra baixo por ser a melhor amiga dos Beatles!''

Fanfic: ‘’Eu fui a melhor amiga dos Beatles’’

Capítulo 1: ‘’ O começo. ’’

‘’Não passava de uma tarde comum em Liverpool, um Domingo, ensolarado em 1955. Não havia muito barulho, a não ser pelos rádios tocando Skiffle que na época era um estilo de música folk com influência de jazz, blues e country.
Agora o barulho que se ouvia era de um garoto de uns 12 anos andando de bicicleta pela vizinhança tranquilamente. Mas de repente, acaba o som do Skiffle e começa a tocar em uma casa próxima "Heartbreak Hotel", um novo sucesso de Rock do Elvis. O garoto para.
 Ele não sabe por que, mas precisa saber que música era aquela. Ele pula da bicicleta e corre até o muro da casa de onde se ouvia o som. Lá ele encontra uma mulher varrendo o jardim e um velho sentado na varanda, então o menino pergunta:
    - Ei senhor! Você ai na varanda! Você sabe que música é essa que está tocando no seu rádio?
    - Ora, mas é claro que sei! Você anda muito desatualizado garoto! É "Heartbreak Hotel", do Elvis! Você sabe quem é Elvis, não é?
    - Sei sim! Mas qual estilo é essa música?
    -Faz parte do Rock’nroll! Agora vai se informar nos jornais, que eu quero dormir!
    - Claro senhor. Muito Obrigado.
    Então o menino pega sua bicicleta e volta a seu passeio. Pensando muito nas palavras que o velho dissera ‘’Rock’nroll’’. Aquilo tinha sido a primeira vez que George Harrison ouviu um Rock. Foi a primeira vez que decidiu uma coisa: Que queria ser um astro como o Elvis.

Dois anos depois.

    George estava esperando o ônibus que te levaria a escola, no ponto, com sua guitarra. Tinha aula de música, hoje, no Instituto de Liverpool. Um dos seus maiores sonhos era fazer parte de uma banda. Tinha feito uma pequena com seu irmão e um amigo quando eram mais novos, só que não havia dado certo. Agora era só ter esperança de que conseguisse entrar pra uma banda boa, que o tornasse um Elvis. Então o ônibus chegou e George subiu junto com mais duas pessoas. Quando ele entregou o dinheiro pro motorista ele disse:
    - Garoto! Ei, você com a guitarra. - E George o olhou- Se você vai tocar isso ai, peço que vá para o andar de cima, está cedo e os passageiros não querem ficar escutando esse barulho...
    - Isso não é barulho. É Rock’n roll. Mas tudo bem, eu ia pra lá mesmo. - Respondeu George
    - -Rock’nroll... Se isso existisse quando eu era menino, não seria motorista de ônibus hoje... - Disse o motorista revirando os olhos
    Então George subiu as escadas e foi para o segundo andar do ônibus, o andar mais vazio e mais quieto. Perfeito pra ensaiar. Só havia uma pessoa lá, um garoto sentado bem no fundo, que afinava uma guitarra. Ele não se importava, ia tocar no seu canto e o cara no dele. Sentou-se quatro cadeiras a frente do rapaz e começou a tocar. Mas escutou o garoto afinando a guitarra um tom acima do que devia. Ele nem tinha percebido a presença de George lá. E se tivesse não havia demonstrado interesse. Discretamente, George vai até o garoto e diz:
    - Por que não tenta afinar um tom abaixo?
     O garoto olha para George, finalmente o notando e diz:
    - Um tom abaixo?
    -Sim- O outro responde- Eu escutei você afinado acho que o som não está muito bom, olha só. - George pegou sua guitarra e começou a tocar cada corda e foi ajudando o outro a afinar a guitarra. Quando acabam, o rapaz agradece e fala:
    - Valeu, você tem um bom ouvido. Eu não sou perfeito nessas coisas de afinação, mas acabo conseguindo no final. Eu sou Paul. Paul McCartney. –Ele disse estendendo a mão para apertar a de George.
    - Sou George Harrison. – Ele cumprimentou -. É um Prazer, mas acho que já te conheço. Acho que estudamos juntos no primário se não estou enganado...
    - Sério? Aonde você estuda agora?- Perguntou Paul
    - Liverpool Institute. Estudo há alguns anos. - Respondeu George
    - Não brinca, eu também estudo lá!- Exclamou Paul
    - Legal. Não sei por que nunca te vi por lá. - Disse George
    - Vai ver estudamos em séries diferentes. Qual é a sua?
    - 9ºsérie
    - Ahn, então é por isso, eu sou do ensino médio. Quantos anos você tem? Eu tenho quinze.
    - Tenho... - George parou para pensar se falava ou não sua idade, porque naquela época isso importava muito- Tenho quatorze.
    - Hum, bem, ok. Ao menos vamos nos ver nos intervalos. Me diz ai, há quanto tempo você toca?
    - Há uns dois anos. Também toco violão. Quando eu era mais novo ficava no fundo da sala desenhando guitarras. Eu era completamente vidrado em guitarras, bem ainda sou. Tinha ouvido que um garoto na escola tinha uma guitarra de três libras e dez xelins, era só um pequeno buraco acústico. Eu pedi o dinheiro pra minha mãe e comprei-a. E você? Só toca Guitarra?
    - Eu toco guitarra há uns dois anos, sei lá, passei um ano tocando violão e depois pulei pra guitarra. Eu também toco baixo, bateria e piano. Meu pai me ensinou a tocar piano desde que eu era criança. Eu aprendi baixo junto com a guitarra e a bateria eu toco somente há um ano e ainda estou aprendendo. Mas o que eu gosto mesmo é da guitarra.
    - Também. Eu me inspiro no Elvis. Queria ser um astro como ele.
    - É. Seria incrível. Dinheiro, fama, mulheres e diversão! O que você prefere uma banda ou solo?
    - Sei lá. Eu queria ser guitarrista solo de uma boa banda. Carreira solo me parece meio solitária...
    - Quais músicas você toca?
    - Várias, toco ‘’The girl can’t help it’’, ‘’Raunchy’’…
    - Raunchy? Adoro essa música! Vamos ouvir.
    - Não sei não...
    - Qual é? Imagina que sou um empresário rico. - Disse Paul rindo
    - Quem dera... Ok, tudo bem!- Disse George ao ver o olhar irônico de Paul. Ele pegou a guitarra e começou a tocar. Paul ia observando sem dizer nada, só mexia a cabeça acompanhando o ritmo. No final falou:
    - Cara você é demais! Que solo perfeito! Se eu algum dia eu fizer parte de uma banda e precisar de um guitarrista, vou te chamar.
    - Nossa, valeu Paul. Vamos ouvir você agora... –Paul começou a rir e os dois continuaram tocando e conversando até chegar à escola.

    E dia por dia eles se viam de manhã no ônibus e depois, na escola. A amizade foi crescendo. Mas Paul não esperava que iria conhecer uma outra pessoa que mudaria sua vida para sempre.

Ta ai galera!!!!!!! O primeiríssimo capítulo da minha fanfic!!!! E vem mais, se preparem...

Minha Fanfic!!!

    Oi gente ligada no blog!!! Essa é uma mensagem para os fictores, beatlemaníacos e o pessoal interessado em saber. Eu estou escrevendo uma Fanfic!!! Mas talvez vocês estejam pensando: ''O que é uma Fanfic Mariana?''. Bom eu vou escrever um pouquinho sobre isso, mas vou colocar um link de um outro blog que fala melhor disso do que eu:

O que é uma Fanfic?


   ''Fanfic é a abreviação de fanfiction, ficção criada por fãs, também chamada apenas de fic. Os autores dessas fanfics são chamados de fictores, ou ficwriters em inglês. São histórias escritas por fãs e que não fazem parte da trama originam na qual são baseadas. As fics têm a sua categoria dividida de acordo com o tipo de trama a que fazem referência, como por exemplo, animes, mangás, bandas, cantores, cartoons, filmes, jogos, livros, quadrinhos, seriados e novelas e etc...
     Sabe quando você está lendo um livro ou vendo algo na televisão ou no cinema e então você vê que determinado momento poderia acontecer de outra forma e na sua opinião ficaria melhor? Pois é! É assim que surge um escritor. A maioria, se não todos, os ficwriters começam assim. Eles vêem algo que poderia ser diferente e como não dá pra enviar uma carta pro autor e pedir para que ele reescreva do jeito que queriam que fosse eles próprios escrevem. ''

Então esse é o resuminho. Agora a próxima pergunta: ''Sobre o que vai ser a sua Fanfic?''. Bem, vai ser da categoria de bandas e cantores. Vocês já sabem qual é? Minha banda favorita, The Beatles!!! Eu pensei em fazer uma Fanfic sobre uma menina, que era irmã do John Lennon, e acompanhava a trajetória deles até o final. O nome é ''Eu fui a melhor amiga dos Beatles''. Legal a ideia, não? Eu vou fazer a sinopse no próximo post, por quê esse aqui é só pra avisar vocês, meus leitores. 
  Mais uma pergunta: ''Onde você vai colocar a sua Fanfic?''. Bem, isso eu ainda não decidi. Prometo que quando eu escolher um, vou avisar vocês que estão interessados. Mas existem muitos sites para fanfics, alguns até exclusivos para cetos assuntos, como o Floreios e Borrões, que é exclusivo para Fictore de Harry Potter. Olhem só:

Sites de Fanfics  

Com o surgimento e crescimento das fanfics, algumas pessoas criaram sites para que os ficwriters pudessem postar num lugar fixo e seguro e os leitores teriam um lugar certo aonde ir.
Existem vários sites e cada um tem suas regras de conduta  e designer. 
Abaixo segue uma pequena lista de alguns sites de fanfics: 

Por esse post é só pessoal. Agora eu vou publicar meu primeiro capítulo e a   sinopse da minha fanfic. Vejo vocês lá!!!  

Mais informações no blog: http://ouniversodasfanfics.blogspot.com.br/

Infancia... Saudades

    Estou passando por um conflito interno. Estou triste e nada pode me acalmar. Choro muito. Eu sei que tenho, mas não quero. Não quero fazer isso. Eu amo muito eles, mas preciso deixá-los em algum momento. Preciso? Não há mais espaço no meu quarto para eles. Preciso escolher alguns. Mas como escolher entre as coisas que mais adoro nesse mundo? Estou agindo feito criança. A garotinha que existe dentro de mim se libertou. Tenho 13 anos , mas a menina que a pouco tempo estava em lágrimas abraçando seus bichinhos de pelúcia dizendo que os amava, não se parecia comigo.
     Não quero me desfazer deles. Cresceram comigo. Foram meus amigos, quando eu não os tinha. Guardaram meus segredos, foram meu príncipe encantado, quando eu brincava de princesa. Eu os abracei durante a noite quando tive pesadelos. Foram as médicas, adolescentes, veterinárias, princesas e até professoras. Foram tudo pra mim na infância, mas foram meus brinquedos. Não quero da-los. Eles sempre estão sorrindo para nós, como se quisessem dizer: ''Está tudo bem, não fique triste.''
      Nós ficamos com pena de da-los, porque achamos que eles tem sentimentos. Mas, nós, é que temos sentimentos por eles. Nós poemos até não mexer mais neles, mas nunca queremos que eles vão embora. Guardamos algum, por pena, lembrança ou sentimento. Eles podem ir embora, mas sempre ficarão conosco. Eles foram tudo para nós, quando não tínhamos nada. Meus brinquedos sempre serão uma das melhores lembranças da minha infância. Nunca, NUNCA, vou deixar de ser criança! Sempre vou ter um lado infantil. E não vou me importar com o que os outros pensam.
      Eu agradeço aos meus brinquedos por terem feito parte da minha infância e por nunca terem desistido de mim.
                                                                                                                - Mariana Haddad Vilhena